Veja o capítulo 18 de O mundo de Joana.
Blog da Patfig - Fotos de casamento
O Mundo de Joana (parte 15)
01/10/2009 01:37
As coisas não andavam bem para Carla. O transtorno para organizar o casamento estava começando a afetar o trabalho. Primeiro foram as ligações. Roberval, seu chefe, não demorou a notar que ela estava passando tempo demais no telefone. E aquelas conversas, por mais que ele não quisesse escutar, nada tinham a ver com o trabalho. Sabia que ela estava organizando o casamento, então deduziu que essa fosse a razão.
O Mundo de Joana (parte 15)
01/10/2009 01:37
As coisas não andavam bem para Carla. O transtorno para organizar o casamento estava começando a afetar o trabalho. Primeiro foram as ligações. Roberval, seu chefe, não demorou a notar que ela estava passando tempo demais no telefone. E aquelas conversas, por mais que ele não quisesse escutar, nada tinham a ver com o trabalho. Sabia que ela estava organizando o casamento, então deduziu que essa fosse a razão.
O Mundo de Joana (parte 14)
29/09/2009 15:16

Foto de William Murphy (CC)
Carla tem vinte e sete anos, quatro irmãs e nove sobrinhos. É claro que as irmãs já se casaram e tiveram filhos. Carla, embora seja a mais velha, é a "encalhada". Apelido não muito carinhoso, muito menos caridoso, criado pelas maninhas. Também pudera, Carla foi a única que saiu de São João da Barra e foi para o Rio estudar. Se formou em geologia, na UFRJ e hoje trabalha em Macaé, em uma grande empresa que presta serviços para a Petrobrás. Vai casar em novembro, em São João da Barra, onde sepultará de vez o malfadado apelido. Pelo menos essa é a intenção.
O Mundo de Joana (parte 14)
29/09/2009 15:16

Foto de William Murphy (CC)
Carla tem vinte e sete anos, quatro irmãs e nove sobrinhos. É claro que as irmãs já se casaram e tiveram filhos. Carla, embora seja a mais velha, é a "encalhada". Apelido não muito carinhoso, muito menos caridoso, criado pelas maninhas. Também pudera, Carla foi a única que saiu de São João da Barra e foi para o Rio estudar. Se formou em geologia, na UFRJ e hoje trabalha em Macaé, em uma grande empresa que presta serviços para a Petrobrás. Vai casar em novembro, em São João da Barra, onde sepultará de vez o malfadado apelido. Pelo menos essa é a intenção.

